Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Apesar de termos programado sair cedo, Dudu, Vivi e eu acabamos chegando em Florianópolis no pior horário possível – por volta das 18h30.
O local oficial do encontro era no Hotel Morro das Pedras, e foi esse o nosso primeiro ponto de parada dentro da ilha, ainda com as motos carregadas. O pessoal da organização – do Clube XT600 Floripa – estava recepcionando os recém chegados. Rápidos cumprimentos e seguimos para a próxima parada.
Tínhamos reservado vaga na Pousada Santa Ana com bom tempo de antecedência, mas para nossa surpresa, ao chegarmos lá, fomos informados de que não havia mais chaves disponíveis. Felizmente, 20 minutos depois da ingrata surpresa, “deram um jeito” e providenciaram nosso quarto..
Novamente no hotel do encontro, deixamos as motos no estacionamento e seguimos de carona com o Gambuthi (marujo – fazedôzinho de canelinha – cade a receita?) e Wilson velho (grande velho! mas nem tão velho assim..) para a butecada, no Engenho do Vô, no Ribeirão da Ilha. O lugar é simplesmente excepcional – uma antiga casa de engenho com mais de 200 anos – e o atendimento é dez! Como se não bastasse, a comida é muito boa, a cerveja é gelada e os preços são ótimos..
No sábado cedo, depois de uma rápida noite de sono, seguimos novamente para o hotel. Ao chegarmos, o estacionamento já contava com um número bem maior de motos que na noite anterior. Achamos uma sombra e fomos entrando. Logo no primeiro salão era feito o credenciamento: crachá, camiseta, adesivos, patch, fitinha da Madre Paulina, botton e até um pão de mel (muito bom). Foi aí que conhecemos o Pedro Moraes e sua esposa Beth, que nos foram muito atenciosos, sempre checando se estava tudo bem ou se faltava algo..
Tão logo quando chegamos, fizeram a sangria dos barris de chopp. Seguimos o dia em volta da piscina, com um belo dia de sol e uma suave brisa do mar. Uma tristeza só.. ![]()
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Por intermédio do Moraes conhecemos o Erasmo. Passamos bons momentos conversando e contando causos. No final da tarde, Erasmo nos guiou por um passeio pelo sul da ilha. Conhecemos o Morro do Convento, de onde é possível avistar baleias, quando estas se aproximam da orla, mas não tivemos tanta sorte assim.
Também passamos pela remota Praia da Solidão, onde o Dudu até arriscou um mergulho no mar. E para finalizar, chegamos no Bar do Arante, no Pântano Sul. Conhecido pelos incontáveis recados deixados em bilhetes nas paredes (e no teto, e nas vigas, e em qualquer canto que você possa imaginar) por seus visitantes e frequentadores. Foi a Dona Ida – mãe do Arante – foi quem fechou nosso passeio com chave de ouro. Com seus 98 anos e completamente lúcida, contou histórias da sua vida – inclusive que foi atriz – e até cantou para nós.
A noite ainda tinha show e disco do clube em uma área isolada do hotel, mas com o cansaço batendo, a noite de sono dessa vez foi maior.
No domingo, saímos ainda pela manhã de Floripa com destino à Jaraguá do Sul. O Dudu seguiu viagem de volta para União da Vitória, e nós – depois de resolver meu compromisso – almoçamos no Shopping Center Breithaupt, e em seguida fomos conhecer o Morro da Boa Vista, também conhecido como Morro da Antena.
Rodamos aproximadamente 420 Km (sem contar os passeios dentro das cidades):
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Visão de 360° de cima do Morro da Boa Vista:
http://www.360cities.net/image/jaraguadosul-morro-da-boa-vista
Álbum de Fotos:






















