Sábado, 10 de Abril de 2010 – Após às compras de inverno nos shoppings de malha da cidade de Brusque, seguimos sentido ao bairro Limeira Alta, rumo à 16ª FENARINHA – Festa Nacional da Farinha, promovida pela Família Dallago, no Sítio da Vó Rosa, que estava pessoalmente recebendo convidados e visitantes.
Um trecho de asfalto, garoa. Mais um trecho de estrada de chão, e logo adiante – “na segunda igreja pra frente”, como nos informaram, encontramos a festa.
Bem organizada, com estacionamento pago – e caro – para quem foi de moto. O mesmo preço para carros: R$ 10. Pelo menos era segurado. Como estávamos com o bauleto lotado, não ofereciam guarda-volumes no estacionamento e chovia, tive que levar os capacetes na mão.
Demos uma rápida volta pelo grande pátio, para reconhecimento do local e à procura do nosso amigo Tadeu – que nos convidou para o almoço – e sua esposa Lucíula. Muita gente, nenhum conhecido. Será que eles vieram com chuva? Tocava uma banda com som gauchesco.
Enquanto não nos encontrávamos, fomos comprar as fichas do almoço e bebidas. O cardápio era pirão com ovo frito, repolho cozido e linguiça. Difícil era achar um lugar pra sentar. Opa! dois aqui. A fome bateu. Enquanto a Vivi guardava os lugares, fui pra fila (quilométrica) do almoço. Antes disso, aproveitei pra levar junto e experimentar o chopp Das Bier, fabricado em Gaspar/SC. Aprovado!
Depois de quase 15 minutos na fila, estávamos – apenas Vivi e eu – sentados, saboreando o prato. Uma delícia, especialmente a linguiça – feita sob encomenda para a festa. Sem gordura, com 70% de carne bovina e 30% de carne suína, também da região.
Vamos procurar um lugar pra deixar os capacetes. Olha lá! Tadeu! Estava acompanhado da Lucíula, da sogra e cunhada. Descemos novamente para o galpão do almoço. Elas foram buscar o almoço, e nós.. mais um chopp!
Enquanto eles almoçavam, Vivi e eu fomos visitar o moinho (de farinha) movido à roda d’água – que tem aproximadamente 130 anos de atividade.
As mandiocas são colhidas e lavadas. Depois, são raladas e prensadas nos “tipitis” (cestos) pela prensa de fuso, para retirada da água. A pasta formada é peneirada e colocada para torra no forno.
Lembram das linguiças? Eram assadas aqui..
No dia anterior (sexta-feira), apenas a noite, foram consumidas mais de 1500 linguiças (pratos). Para assá-las, utilizaram mais de 70 kg de carvão. A previsão para o consumo no sábado e no domingo era de pelo menos o dobro, para cada dia.
Perto da barraquinha de bebidas encontrei 3 malacabados do Clube XT600: Euzébio, Leandro e Douglas, ali da região (Brusque, Blumenau ..). Não conhecia-os pessoalmente, mas foi fácil identificar: escorados no bar, sujos de lama e com chaveiros da Yamaha!
hahaha mas foram super gente-fina (outra característica dos integrantes do clube). Conversamos rapidamente, e marcamos para ir junto na sexta que vem ao Nacional em Floripa.
Valores pagos na festa:
- Chopp (300ml) e cerveja lata: R$ 3,00
- Refri lata: R$ 2,50
- Almoço: R$ 12,00 / pessoa
- Coruja: R$ 3,50
- Estacionamento: R$ 10,00
No final da tarde, nossa volta foi marcada com um bom banho de chuva.. chegamos em casa de alma lavada!
Rodamos aproximadamente 98 Km em todo o passeio (veja roteiro aqui).
























#1 by Dani on 11/04/2010 - 21:50
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Q aventura! Mto Legal!
Bjss
saudades de vcs
#2 by Rafa on 15/04/2010 - 17:42
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mass ohh o motoqueirooo
vo bota minha bizoca do lado vamo ve no que vai da uahuaha
abraço forte
#3 by Rafa on 15/04/2010 - 17:43
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SARSICHOOOOOOOONNNNN