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Relato da III Integração do Clube XT600 em Torres/RS

Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Saímos do Supermercado Angeloni de Balneário por volta das 14h30. O “comboio” contava com 1 carro: Vinicius “Xibabu” (motorista) e Camile, além do Juan e da Rafa; e 5 motos: Seu Ênio (YBR-125), Toninho (Lander 250), Dudu e Jé (XT600), Alexssandro (Fazer 600), e Vivi e eu (XT600).

A primeira parada foi próximo a Laguna/SC para abastecer.

Chegamos em Torres/RS já noite, por volta das 20h. Ao entrar na cidade, facilmente encontramos o local onde se realizava o 22º Festival Internacional de Balonismo. Chegamos a tempo de ver o “Night Glow”.

Rumo à Torres/RS

Rumo à Torres/RS (foto: Camile)

Night Glow - Festival Internacional de Balonismo de Torres/RS

Night Glow - Torres/RS

Night Glow - Festival Internacional de Balonismo de Torres/RS

Night Glow - Torres/RS

No sábado, depois de um rápido café fomos conhecer os pontos turísticos de Torres. O primeiro deles foi o Morro do Farol, de onde é possível ver as torres (de pedra) e as dunas. Em seguida, partimos para o Parque Estadual da Guarita (unidade de conservação brasileira). Seguimos a “Trilha da Torre de Fora” (ou Torre Sul), com mais de 40m de altura e aproximadamente 100 degraus. De cima, é possível ter uma visão total da Torre Norte, da Praia da Guarita, e ao sul, a Praia da Itapeva, com 6.000m de extensão. A praia possui esse nome devido ao Morro de Itapeva, que em tupi guarani significa “pedra chata” (fonte: torres.com.br).

Vivi, ao fundo a trilha

Vivi, ao fundo a trilha

Vista da Praia da Guarita de cima da Torre Sul

Vista da Praia da Guarita de cima da Torre Sul

Alexssandro e ao fundo a Praia da Itapeva

Alexssandro e ao fundo a Praia da Itapeva

Vivi com a Praia da Itapeva ao fundo

Vivi com a Praia da Itapeva ao fundo

Praia da Guarita e parcial da Torre Norte

Praia da Guarita

Vista parcial do Parque da Guarita

Vista parcial do Parque da Guarita

Vivi e Will ainda no Parque

Vivi e Will ainda no Parque

Após o almoço, queríamos subir nos canyons que fazem a divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Depois de aproximadamente 35km a partir do Portal de Informações de Praia Grande/SC, constatamos que estávamos seguindo para o “pé dos canyons”, e não para a parte superior. Quem mais sofreu nesse passeio foi o Alex de Fazer 600, sendo que fizemos aproximadamente 40km de estrada de chão (ida e volta). De qualquer forma, não conseguiríamos chegar na parte superior, pois já era final de tarde, e até o primeiro parque teríamos mais 45Km de estrada de chão. Teremos que marcar uma nova visita ;)

Canyons de Praia Grande

Canyons de Praia Grande

Canyons de Praia Grande

Canyons de Praia Grande

Canyons de Praia Grande

Canyons de Praia Grande

Canyon Pedra Afiada

Canyon Pedra Afiada

Travessia do rio com o pseudo 4x4

Travessia do rio com o pseudo 4x4

Pôr do sol em Praia Grande

Pôr do sol em Praia Grande

No sábado a noite, nos encontramos com o pessoal do Clube XT600, que estavam acampados no Camping Carla. Pão com taio foi o prato principal, além das famosas “Polar”, e muita conversa e risadas. Após, fomos prestigiar os shows e a festa que acontecia pelo evento dos balões. No domingo, ainda pela manhã, Alex, Dudu e a Jé pegaram estrada, pois teriam o dobro de distância a percorrer que nós, de volta para União da Vitória/PR. Nós também já saímos carregados da pousada, e antes de partir, fomos conhecer a ponte pênsil sobre o rio Mampituba, divisa entre SC e RS.

III Integração do Clube XT600

III Integração do Clube XT600

Xibabu, Will, Dudu e Juan na festa

Xibabu, Will, Dudu e Juan na festa

O 4x4 encalhado por imperícia

O 4x4 encalhado por imperícia

Biano, Will e Xibabu

Biano, Will e Xibabu

Will e Vivi

Will e Vivi

Rio Mampituba e ponte pênsil - divisa entre SC e RS

Rio Mampituba e ponte pênsil - divisa entre SC e RS

Na volta, decidimos entrar em Laguna/SC para conhecer o famoso Farol de Santa Marta, indicado pelo Dudu e Jé. Após um bom trecho de areião, onde tive que baixar a pressão dos pneus e andar a uma velocidade acima de 70Km, caso contrário a XT dançava, dando a sensação de que “compraríamos um terreno”, chegamos à construção, agora mantida pela Marinha do Brasil. O farol foi construído em 1891, possui 29m de altura e está a 45m do nível do mar. Continua ativo até os dias de hoje, e seu facho é visível até a 70km de distância (seis milhas náuticas). Infelizmente não foi possível subir no farol, mas o visual de cima do morro já compensa.

Centro histórico de Laguna/SC

Centro histórico de Laguna/SC

Travessia para o farol de ferryboat

Travessia para o farol de ferryboat

Início da estrada para o farol

Início da estrada para o farol

Vivi e Will, Camile e Xibabu, Rafa e Juan

Vivi e Will, Camile e Xibabu, Rafa e Juan

Vivi e Will

Vivi e Will

Rádio Farol de Santa Marta

Rádio Farol de Santa Marta

Rodamos aproximadamente 800 Km (sem contar os passeios dentro das cidades):

Exibir mapa ampliado

Álbum de fotos:

Presentes na III Integração do Clube XT600:

RS

  • Elvis – Porto Alegre
  • Gerson – Gravatai
  • Ondino – Gravatai
  • Fabiano e Carine – Cachoeirinha
  • Totó – Westphalia
  • Azulão e Lucia – Porto Alegre
  • Ari – Porto Alegre
  • Leandro – Cachoeirinha
  • Clóvis (Sahara) – Westphalia
  • Julio – Porto Alegre
  • Panda e Mariana – Garibaldi
  • Beto Klein – Taquara

SC

  • Toninho – Itajaí
  • Marilço – Jacinto Machado
  • Enio – Itajaí
  • Vivi e Will – Balneário Camboriú
  • Padé e Simoni – Tubarão

PR

  • Dudu e Jescica – União da Vitória
  • Alex – União da Vitória

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XT esquentando a perna do carona

Quem já veio à Balneário Camboriú/SC no Natal e Ano Novo sabe bem como o trânsito é (mais) caótico nessa época. Uma noite dessas, fomos encontrar com o casal de amigos Lobão e Lú, pouco pra cima do Woods Bar, na Barra Sul.

Esse trecho – descer a Av. Brasil inteira, e depois subir algumas quadras da Av. Atlântica – daqui de casa tem pouco mais de 5 Km, mas devido ao movimento, levamos aproximadamente 15 a 20 minutos pra chegar lá!

Nesse tempo, a XT começou a esquentar MUITO, a ponto da Vivi não conseguir deixar o pé no estribo direito, reclamando do excesso de calor, pois estava de sandália. Eu já tinha percebido o calor, mas quando conseguíamos andar um pouco, pra mim logo aliviava.

Depois disso, procurei no Forum XT600 relatos de outras pessoas com o mesmo problema, e vi que eu não era o único. A sugestão dada lá, e também pelo meu mecânico (Gilson, da GP Motos) foi de revestir melhor aquele plástico lateral que fica sobre o escape:

Tampa lateral direita da XT600 sobre o escape

Foi ai que fizemos nossa primeira Gambitech:

Isolante Térmico 5mmIsolante térmico 5mm: material é usado para revestir forros, encontrado em lojas de materiais de construção.
Tem 120cm de largura, e tive que comprar todo esse pedaço, pois não vendiam menos que 1m.
Paguei R$ 12 pelo metro, mas não há necessidade de tanto.

Fita dupla faceFita dupla face “Fixa Forte Transparente” da 3M/Sotch.
Me falaram que essa é a melhor (que cola mais).
Comprei 1 rolo com 2m (12mm de largura) e paguei R$ 9,00.
Colei todo o material na tampa direita e ainda sobrou meio rolo.

Tampa lateral direita com isolante aplicado

Essa é a tampa lateral direita com parte do isolante térmico aplicado.
Recortamos de modo que encaixasse na tampa (tem umas bordas mais altas).

Tampa lateral direita com o isolante térmicoEssa é a foto do trabalho final.

Parte do isolante térmico recortadoEsse pedaço foi colado no canto esquerdo que aparece na foto anterior.

O isolante possui papel alumínio nas duas faces, e entre elas possui um material parecido ao plástico-bolha. Minha tampa lateral já possuia um material isolante, imagino que seja original, mas estava bem gasto/ralo.

Faremos o teste, e logo após atualizarei o post com novidades.

Update 17/01/2010: perguntei à Vivi, em um nível de zero a dez, qual valor ela dava pro incômodo que sentia no pé direito (que fica próximo ao escape), e ela deu 9. Depois da gambitech mostrada acima, ela deu nota 7 e justifica: “Ainda esquenta, mas melhorou bastante. Antes esquentava em qualquer passeio rápido, agora precisa andar bastante pra começar a esquentar a ponto de incomodar”. Ou seja, para o nosso caso, a gambitech ajudou..

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Yamaha XT600E

Yamaha XT600EQuando lançaram a CB300 da Honda, eu fiquei bem empolgado para trocar, afinal estava com uma Biz 100 “pé-de-boi” 2004.

Passado algum tempo, comecei a desgostar da CB ao vê-la rodando. A relação barulhenta como na Twister, e também a falta de freio a disco na traseira. Com base no seu preço na época, e também pela sua irmã XRE300 contar com esta opção (disco nas duas rodas), acabei desistindo da compra.

Mais alguns meses, as opções de compra eram uma Falcon 400 ano 2008 e uma XRE300 zerada. Depois de algumas palavras com meus amigos Tadeu Granemann e Eduardo “Dudu” Olbertz, descartei a Falcon – apesar de ter gostado bastante da motoca quando meu amigo Marcos “Nego” Fraisleben Dias me deixou andar em uma, por ter sido substituída pela XRE300: 100 cilindradas a menos, mas com injeção eletrônica e disco nas duas rodas.

Ao visitar a Carbol Veículos – garagem do André, excelente atendimento – em Itajaí/SC para ver a XRE, bati os olhos em uma XT600E, preta, ano 2001. No mesmo dia, a noite, pelo MSN comentei com o Dudu sobre a XT, e esse foi o meu erro, ou meu acerto, pois ele é um XT-ísta de carteirinha e me ajudou a “me convencer” de que a XT600 era uma boa pedida.

No início de Dezembro de 2009, Vivi e eu fechamos negócio na Carbol Veículos. Entregamos a Biz no negócio e compramos nossa primeira XT. O estado de conservação era muito bom, de modo geral. A quilometragem estava em torno de 45.000 Km, e a parte mecânica tinha alguns poucos detalhes – como um pequeno vazamento, resolvido com a troca das juntas, e a troca dos rolamentos da roda dianteira, além de uma revisão completa de manutenção, com a limpeza de carburador, lubrificação de corrente e motor e troca de fluídos de freio.

Álbum de fotos da nossa XT600E.

Agora é só marcar a primeira viagem..

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